Guia
A história e a ordem das expansões
Por que a campanha principal é obrigatória, o que acontece em cada expansão e onde o jogo realmente engata.
Em Final Fantasy XIV a história não é um extra: ela é a espinha dorsal do jogo. A Main Scenario Quest (MSQ) é obrigatória e destrava tudo — masmorras, raides, viagens, funções de conta. Não há atalho, e isso é uma decisão de projeto, não um descuido.
Por que ela é obrigatória
Cada expansão foi escrita como continuação direta da anterior. Pular seria entrar num livro pelo capítulo nove. O preço é alto para quem só quer chegar ao fim de jogo com os amigos: a campanha completa leva centenas de horas. A recompensa é que o jogo tem a narrativa mais elogiada do gênero, e boa parte de quem joga hoje chegou por isso, não pelo combate.
A ordem
A Realm Reborn (2013) — a reconstrução. O jogo original de 2010 fracassou tanto que a Square Enix destruiu o mundo dentro da ficção e reconstruiu o jogo do zero. O começo é o trecho mais lento de todos; muita gente desiste aqui, e é normal.
Heavensward (2015) — a guerra entre a cidade-estado de Ishgard e os dragões. É onde o jogo encontra o próprio tom e onde a maioria diz que a história engata de vez.
Stormblood (2017) — a libertação de duas regiões ocupadas pelo Império Garlean, com forte inspiração japonesa em Doma e Kugane.
Shadowbringers (2019) — a expansão mais elogiada do jogo, e para muita gente o ponto alto do gênero inteiro em escrita.
Endwalker (2021) — o encerramento do arco narrativo iniciado em 2013. Fecha mais de uma década de história de uma vez.
Dawntrail (2024) — recomeço. Um arco novo, em um continente novo, pensado como porta de entrada para a próxima década do jogo.
Onde o jogo engata
Se você tem paciência limitada, a régua honesta é esta: A Realm Reborn é o custo de entrada, Heavensward é a recompensa. Quem chega ao fim de Heavensward raramente para.
